23 de setembro de 2010

UM GRITO DE ALERTA!


Há quem recusa a se apressar e segue na cadência da valsa.
A nossa fragilidade, medo e exiqüidade acerca do futuro faz-nos refém de nosso limite.
O amor se esfriou! 
Irrompe o duelo entre:
*conhecidos,
*casais,
*amigos,

*pais e filhos,
*parentes, 
*irmãos (siameses)...
Que se digladiam para alcançar a felicidade: as insubordinadas coisas que acontecem na vida em detrimento do que é chamado de meu eu.
Quando não se sente mais o chão que proporciona a vida é porque as cores já se confundem, é porque os cheiros já não se distinguem, é porque o respirar é apenas um fator imprescindivel, é porque a des-esperança se estabeleceu, é porque a fé esmoreceu, é porque a confiança extingüiu, é porque a dor urra seus gritos silenciosos, é porque o interior implodiu deixando apenas estragos e sensação de sobrevida (morte).
Quando não existe mais vigor na vida, certamente tudo que ainda permanece erigido na alma, ruirá em cinzas.
A cada minuto, milhões de pessoas morrem e só continuam, aparentemente, vivas em nosso meio, porque os corações se recusam a parar de bater.
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Se há um motivo para viver é viver para os tais.
A vida é tão rara tanto quanto vivenciá-la como Jesus ensinou.
É preciso despojarmos das razões que nos fazem desistir do outro, é preciso ir além do limite da nossa paciência e tolerância.
A felicidade mora nessas imediações e fora disso subsiste o engodo.
Aceite os inaceitáveis...
Acolha os auto-fragmentados...
Ame desmedidamente...

Até... seus desafetos (inimigos)!

A vida é tão rara e o tempo pede pressa.
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