Você sabe a diferença entre amor e obsessão?
Fico olhando as pessoas a minha volta e não acredito em como o amor pode nos tornar cegos, burros e fantasiosos.
Aí surge a dúvida: Será que é amor mesmo?
Vejo sofrimento, humilhações, loucuras, na grande maioria das vezes atitudes em vão que só demonstram a fraqueza e o vício pelo outro e isso me assusta. Não quero dizer que é sempre assim, não, não é!
O amor de verdade vai além da pele e da química, prioriza o respeito, a privacidade e individualidade do outro e respeita o que o outro gosta mesmo você não gostando igual.
Quem foi que disse que no amor tem que ter sofrimento?
Isso era coisa de adolescente...
Pra mim hoje, na maturidade, amor significa companheirismo, lealdade, amizade, cumplicidade, é tranqüilo, sensato, confortante, não feito de cobranças, desconfianças e ataques (pitsss)
Quem ama cede.
Valoriza.
Compreende.
Escuta.
Deixa livre.
Acho que é justamente por pensar assim que continuo sozinha por opção, prefiro a minha companhia que um relacionamento doentio, sufocante, violento, que não me traga paz de espírito.
Vejo as pessoas tentando, insistindo, sangrando por “amor”.
Eu prefiro sorrir, agradar, confiar e respeitar por ele.
Continuar insistindo em um erro e fingir que não enxergam o mal que fazem a si mesmo é optar por sofrer.
Não sou a melhor pessoa no quesito relacionamento, mas, em cada erro aprendo mais que nos meus acertos todos.
Hoje, mais que nunca, sei distinguir a diferença entre amor e obsessão.
Posso até ser exagerada, mas não dou a ninguém mais o direito de brincarem com o que eu tenho de sagrado.
QUERO UM AMOR SAGRADO, COM SABOR DE FRUTA MORDIDA

















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