6 de março de 2013

A MULHER EM SEUS DETALHES

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27 de janeiro de 2013

LUTO... (Santa Maria - Rio Grande o Sul)



Morri em Santa Maria hoje.
Quem não morreu?
Morri na Rua dos Andradas, 1925.
Numa ladeira encrespada de fumaça.
A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul.

Nunca uma nuvem foi tão nefasta.
Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia.

Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa.
A fumaça corrompeu o céu para sempre.

O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013.
As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada.
Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa.
Morri porque já entrei em uma boate pensando como sairia dali em caso de incêndio.
Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda.
Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência.
Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa.
Morri porque já fui de algum jeito todos que morreram. Morri sufocado de excesso de morte; como acordar de novo?
O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista.
A saída era uma só e o medo vinha de todos os lados.
Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço.

Não vão se lembrar de nada.
Ou entender como se distanciaram de repente do futuro.
Mais de duzentos e cinquenta jovens sem o último beijo da mãe, do pai, dos irmãos.
Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal.
As famílias ainda procuram suas crianças.

As crianças universitárias estão eternamente no silêncio.
Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu.
As palavras perderam o sentido.


(Fabrício Carpinejar)
 
 
Me solidarizo, porque também morri hoje...
A soberania no controle de Deus sobre tudo e todos... é o consolo!
MBB

1 de janeiro de 2013

SÓ O AMOR DÁ SENTIDO À VIDA!


Sabe... não é neste primeiro dia do ano que estou me prometendo algo, ou, admitindo mudanças, naquilo que já faz parte do meu ser, agir e sentir.
Todavia, quero sim, ratificar postura, ratificar sentimentos, ratificar atitudes, ratificar consciência e fé!
Eu não quero tanto falar bem as línguas dos homens e tampouco dou tanto valor assim a língua dos anjos.
Quero aprender a linguagem de Deus, que é:  Amor.
Não quero fé sem amor.
Não quero coragem ou “generosidade” sem amor.
Não quero sentir amizade... e sem amor, menos ainda.
Não quero remover montanhas pela fé.
Pela fé quero praticar o amor.
Não quero ser “boa para os outros” sem ser boa para mim mesma.
O amor faz o bem/bem... e, somente ele faz isto!
Só aceito sofrer com amor...
Só creio por causa do amor...
Só espero pelo amor...
Só agüento se for por amor...
Que acabe tudo, menos o amor!
Que tudo desapareça, e logo... mas, que fique o amor!
Toda a ciência e saber que eu possa ter... só os quero em serviço do amor!
Esta é a mensagem que deixo para todo o ano de 2013 a cada um...
E, lembre-se: quando o amor morre o mundo acaba, a começar pelo mundo interior!
A grande profecia do fim do mundo é aquela que prediz a morte no esfriamento do amor na Terra.
Vigie para que seu mundo não acabe numa catástrofe incomparável: a catástrofe da morte do amor!

Pense nisso!

MBB

13 de dezembro de 2012

VIVER E NÁO SOBREVIVER...

...
A gente só começa a viver de verdade no dia em que descobre que a vida não vai durar para sempre.

Talvez você esteja aí do outro lado pensando que eu disse uma tolice, pois é claro que todo mundo sabe que vai morrer!
Na verdade, com o festival de chacinas que se assiste diariamente nos telejornais, com gente morrendo por todos os lados, era mesmo de se esperar que todo mundo já soubesse que também pode e vai morrer.
A qualquer momento.
Infelizmente não é assim.
Morrer continua a ser uma idéia vaga e absurda para a maioria das pessoas.
Algo que só se vê, de verdade, nos telejornais e em lugares muito distantes.
Na vida real, só ocorre mesmo com o vizinho…
De preferência, com os mais chatos.
Com a gente, nunca!
Vivemos como se todos nós tivéssemos sido auto-enganados para acreditarmos que vamos durar para sempre.
Por isso a gente adia tanto, tudo, o tempo inteiro.
O projeto de ser feliz, a mudança de emprego, de cara, de cidade, de par amoroso.
Deixa para uma hora mais propícia, menos problemática, mais oportuna e menos inadequada.
Sempre para daqui a algum tempo, quando a gente tiver mais dinheiro, quando a gente se aposentar, quando os filhos crescerem, quando tivermos uma folga, quando a economia se normalizar.
Antes de mais nada, é preciso viver, ganhar dinheiro, fazer sucesso – pensa a maioria.
A vida mesmo vai ficando para depois, quando todas essas coisas tão mais importantes já estiverem equacionadas e resolvidas.
O problema é que vida não entende essa linguagem de adiamento. “Oportuno” e “adequado” são palavras sem nenhum significado para o ritmo da vida.
Vida é como sorvete debaixo de sol quente: – ou você toma na hora ou vai ficar chupando dedo.
Vida é um negócio de “aqui” e “agora”, “já”... de extrema premência e necessidade.
Eu sempre achei muito engraçado as pessoas usarem esse verbo “sobreviver” em lugar de “viver”.
Sobreviver significa continuar a viver depois que aconteceu algum sinistro grave, como um incêndio de grandes proporções ou a queda de um avião.
Constatado que a pessoa não tem nenhuma ocorrência deste tipo em seu prontuário, conclui-se que a tragédia, da qual ela escapou ilesa (e porisso está condenada a viver) foi ter nascido…
A maior tragédia que pode acontecer a alguém é passar pela vida sem viver.
Nenhuma justificativa justifica perder a chance de estar vivo, de existir, de experimentar cada momento – escasso e passageiro – que se tem neste mundo.
Nem um grande negócio.
Nem todo o dinheiro do mundo.
Nem um sucesso de arrebentar a boca do balão.
Ratifico o que antes já pensava e agia, depois de tudo que enfrentei este ano com erros médicos em mesas de cirurgia por cinco sucessivas vezes.
Viver a vida é o item básico na cesta básica de qualquer pessoa.
Pra encurtar conversa, já que é assunto mais do que escrito ou falado com a vida é assim, ou você faz agora, já, com os recursos que tem, ou esquece.
...

MBB

11 de dezembro de 2012

PARE E PENSE E VEJA SE NÃO É ASSIM...



Reflexão sobre... hoje e o momento (duas coisas em nada similares).

Hoje existe!
Momento eu sei, mas já não é!

Hoje dá tempo...
Tempo de Oportunidade...
Tempo de Metanóia...
Tempo de de-cisão!

Momento quando é, já foi...
Momento é reflexo...
Momento é apenas depois de eu poder detê-lo...
Hoje é tempo!
Momento é no tempo!
Hoje é do homem!
Momento é de Deus!
Hoje é história...
Momento é eterno... — portanto, para além de mim.
Hoje, posso...
Momento, não posso...
Hoje é Dia!
Momento existe quando eu não o vejo, e quando o vejo já não o é!
Hoje é possível, mas o momento é impossível!

Sim, o momento é a história indizível dos meus instantes!

Hoje é Graça de Deus feita de bilhões de instantes em
sequência, quando me é possível responder às oportunidades!
Momento existe, mas só o percebo como um passado que não
percebi quando veio e passou!
Faça dos seus momentos uma boa sequencia que crie um bom
Hoje!
Dê sentido aos seus Momentos e você terá um Hoje.
Dê sentido aos seus Hojes e você terá uma vida.
Dê sentido à sua vida, e seus Momentos serão alimentos do seu Hoje!

Bom Hoje de bons Momentos na sua Vida!

 MBB

7 de dezembro de 2012

QUANDO SE AMA.... DIGA QUE AMA!




Se você ama, diga que ama.

Não tem essa de não precisar dizer porque o outro já sabe.
Se sabe, maravilha… mas esse é um conhecimento que nunca está concluído...  Pede inúmeras e ternas atualizações.
Economizar amor é avareza.
Coisa de quem funciona na frequência da escassez.
De quem tem medo de gastar sentimento e lhe faltar depois.
É terrível viver contando moedinhas de afeto.
Há amor suficiente no universo. Pra todo mundo.
Não perdemos quando damos: ganhamos junto.
Quanto mais a gente faz o amor circular, mas amor a gente tem.
É fato!.
Basta sentir nas interações do dia-a-dia.

Se você ama, diga que ama.
A gente pode sentir que é amado, mas sempre gosta de ouvir e ouvir e ouvir.
É música de qualidade.
Tão melodiosa, que muitas vezes, mesmo sem conseguir externar, sentimos uma vontade imensa de pedir: diz de novo?

 

Dizer não dói, não arranca pedaço, requer poucas palavras e pode caber no intervalo entre uma inspiração e outra, sem brecha para se encontrar esconderijo na justificativa de falta de tempo.
Sim, dizer, em alguns casos, pode exigir entendimentos prévios com o orgulho, com a bobagem do só-digo-se-o-outro-disser, com a coragem de dissolver uma camada e outra dessas defesas que a gente cria ao longo do caminho e quando percebe mais parecem uma muralha.
Essas coisas que, no fim das contas, só servem para nos afastar da vida.
De nós mesmos.
Do amor.

Se você ama, diga que ama.
Diga o seu conforto por saber que aquela vida e a sua vida se olham amorosamente e têm um lugar de encontro.
Diga da sua gratidão. O seu contentamento. A festa que acontece em você toda vez que lembra que o outro existe.
E se for muito difícil dizer com palavras, diga de outras maneiras que também possam ser ouvidas.
Prepare surpresas.
Borde delicadezas no tecido às vezes áspero das horas.
Reinaugure gestos de companheirismo.
Mas não deixe para depois.
Depois é um tempo sempre duvidoso.
Depois é distante daqui.
Depois é sei lá…

 
MBB

3 de dezembro de 2012

BOMMM...




Hum...
Tem um cheiro forte de amor aqui...
Tem um gosto de sorriso largo e feliz...
Tem uns móveis esperando para mudar...
Tem porta retratos à chegar.
Hum...
Tem um cheiro forte de amor à chegar...
Bommm...


 
MBB


1 de dezembro de 2012

PARA NOSSA VIVÊNCIA A DOIS


 
A natureza humana é complexa o suficiente para tornar mais difícil o conhecimento do outro, e sempre será muito leviano poder afirmar que conhecemos alguém a fundo.
Pode-se dizer que conhecemos determinada pessoa, até onde ela permite que a conheçamos, mas dificilmente alguém abre sua alma a ponto de “mostrar-se” por inteiro, dificultando um perfeito desvendar de seu interior.
Exatamente aí reside o problema.
Essa forma de ocultar-se, pode nos levar a ferir quem estiver conosco.
Ainda que o façamos involuntariamente, possibilita à mágoa que como consequência tornar-se-á uma “bola de neve” desencadeando desentendimentos que poderiam ser evitados, se houvesse diálogo com abertura de alma.
O que proporcionaria um conhecimento real, verdadeiro, sem máscaras ou camuflagem.

 

Por outro lado sabemos o quanto é linear o receio de mostrar-nos inteiramente, uma vez que, estamos igualmente sujeitos a receber tratamento que nem sempre é condizente ao que desejariamos.
Devemos entender que não é fácil encontrar alguém com o mesmo temperamento, que pense igualzinho, que seja o nosso clone interior.
Portanto, precisamos aparar as arestas, procurando amoldar-nos à personalidade de nossa parceria, aceitando-a, para que sejamos aceitos.
É importante frizar que esse entendimento não pode ser unilateral, ou seja, não é licito esperar que apenas uma parte ceda.

Tem de haver reciprocidade na coisa toda.
Pense nisso!

 
MBB


28 de novembro de 2012

VAMOS E VENHAMOS...




Vamos e venhamos...
Estou saturada de gente complicada, que no lugar de  entender o que está sendo dito, distorce tanto que nem desenhando consegue-se fazer compreender, que dificulta tudo e, ainda tem palavras de aconselhamento que deveria ser pra ele mesmo... no entanto, propaga aos outros, sem nem ter a ética de saber se quer ser ouvido. 
Eu gosto de quem facilita as coisas.
De quem aponta caminhos ao invés de propor emboscadas
De quem não se melindra com nada e é resolvido o suficiente pra tirar de letra tudo que de desagradável possa lhe ocorrer...
Eu sou feliz ao lado de pessoas que vivem sem códigos, que estão disponíveis sem exigir que você decifre nada.
O que me faz feliz é de uma leveza ímpar, e, mesmo que o tempo leve, continua dentro de mim... levemente também.
Eu não quero ter de dizer tudo, depois de uma certa vivência a gente enxerga de olhos fechados e entende por sinal de fumaça.
Eu quero andar de mãos dadas com quem sabe que entrelaçar os dedos é mais do que um simples ato que mantém mãos unidas.
É uma forma de se tocar mais dentro, trocar energia, de dizer: você não se enganou, eu estou aqui.
Por mais que os obstáculos nos desafiem o que realmente permanece, costuma vir de quem não tem medo de ficar... e sim, continuar na tentativa de conhecer o outro...
Esta é a verdade!

MBB