2 de dezembro de 2010

VICTOR HUGO



Desejo, primeiro, que você ame, e que, amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer e esquecendo não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim, mas se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que você tenha amigos que, mesmo maus e inconsequentes,
sejam corajosos e fiéis, e que pelo menos em um deles você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos, nem muitos, nem poucos, mas na medida exata para que, algumas vezes,você se interpele a respeito de suas próprias certezas.
E que, entre eles, haja pelo menos um que seja justo, para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo, depois, que você seja útil, mas não insubstituível.
E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante, não com os que erram pouco, porque isso é fácil, mas com os que erram muito e irremediavelmente, e que fazendo bom uso dessa tolerância, você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você, sendo jovem, não amadureça depressa demais, e que, sendo maduro, não insista em rejuvenescer, e que, sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e é preciso deixar que eles escorram por entre nós.
Desejo por sinal que você seja triste... não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra que o riso diário é bom, o riso habitual é insosso
e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra, com a máxima urgëncia, acima e a despeito de tudo, que existem oprimidos, injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo ainda que você afague um gato, alimente um cuco e ouça o joão-de-barro erguer triunfante o seu canto matinal, porque, assim, você se sentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente, por mais minúscula que seja,
e acompenhe o seu crescimento, para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro, porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano coloque um pouco dele na sua frente e diga "isso é meu", só para que fique bem claro quem é o dono de quem.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra, por ele e por você, mas que se morrer, você possa chorar m se lamentar, sofrer e sem se culpar.
Desejo por fim que você, sendo um homem, tenha uma boa mulher, e que, sendo uma mulher, tenha um bom homem e que se amem hoje, amanhã e no dia seguinte, e quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer, não tenho mais a te desejar.

 


27 de novembro de 2010

FELICIDADE E ALEGRIA



CONTARDO CALLIGARIS



QUANDO EU era criança ou adolescente, pensava que a felicidade só chegaria quando eu fosse adulto, ou seja, autônomo, respeitado e reconhecido pelos outros como dono exclusivo do meu nariz.
Contrariando essa minha previsão, alguns adultos me diziam que eu precisava aproveitar bastante minha infância ou adolescência para ser feliz, pois, uma vez chegado à idade adulta, eu constataria que a vida era feita de obrigações, renúncias, decepções e duro labor.


Por sorte,
1) meus pais nunca disseram nada disso; eles deixaram a tarefa de articular essas inanidades a amigos, parentes ou pedagogos desavisados; 2) graças a esse silêncio dos meus pais, pude decretar o seguinte: os adultos que afirmavam que a infância era o único tempo feliz da vida deviam ser, fundamentalmente, hipócritas; 3) com isso, evitei uma depressão profunda pois, uma vez que a infância e a adolescência, que eu estava vivendo, não eram paraíso algum (nunca são), qual esperança me sobraria se eu acreditasse que a vida adulta seria fundamentalmente uma decepção?


Cheguei à conclusão de que, ao longo da vida, nossa ideia da felicidade muda: 1) quando a gente é criança ou adolescente, a felicidade é algo que será possível no futuro, na idade adulta;
2) quando a gente é adulto, a felicidade é algo que já se foi: a lembrança idealizada (e falsa) da infância e da adolescência como épocas felizes.
Em suma, a felicidade é uma quimera que seria sempre própria de uma outra época da vida -que ainda não chegou ou que já passou.
No filme de Arnaldo Jabor, "A Suprema Felicidade", que está em cartaz atualmente, o avô (extraordinário Marco Nanini) confia ao neto que a felicidade não existe e acrescenta que, na vida, é possível, no máximo, ser alegre.
Claro, concordo com o avô do filme.
E há mais: para aproveitar a vida, o que importa é a alegria, muito mais do que a felicidade.
Então, o que é a alegria?
Ser alegre não significa necessariamente ser brincalhão.
Nada contra ter a piada pronta, mas a alegria é muito mais do que isso: ser alegre é gostar de viver mesmo quando as coisas não dão certo ou quando a vida nos castiga.
É possível, aliás, ser alegre até na tristeza ou no luto, da mesma forma que, uma vez que somos obrigados a sentar à mesa diante de pratos que não são nossos preferidos ou dos quais não gostamos, é melhor saboreá-los do que tragá-los com pressa e sem mastigar.
Melhor, digo, porque a riqueza da experiência compensa seu caráter eventualmente penoso.
Essa alegria, de longe preferível à felicidade, é reconhecível sobretudo no exercício da memória, quando olhamos para trás e narramos nossa vida para quem quiser ouvir ou para nós mesmos.
Alguém perguntará: é reconhecível como?
Pois é, para quem consegue ser alegre, a lembrança do passado sempre tem um encanto que justifica a vida. Tento explicar melhor.
Para que nossa vida se justifique, não é preciso narrar o passado de forma que ele dê sentido à existência.
Não é preciso que cada evento da vida prepare o seguinte. Tampouco é preciso que o desfecho final seja sublime (descobri a penicilina, solucionei o problema do Oriente Médio, mereci o Paraíso).
Para justificar a vida, bastam as experiências (agradáveis ou não) que a vida nos proporciona, à condição que a gente se autorize a vivê-las plenamente.
Ora, nossa alegria encanta o mundo, justamente, porque ela enxerga e nos permite sentir o que há de extraordinário na vida de cada dia, como ela é.
É óbvio que não consegui explicar o que são a alegria e o encanto da vida. Talvez eles possam apenas ser mostrados: procure-os em "Amarcord" (1973), de Federico Fellini, em "Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas" (2003), de Tim Burton ou no filme de Jabor. "A Suprema Felicidade" me comoveu por isto, por ter a sabedoria terna de quem vive com alegria e, portanto, no encantamento.
Segundo Max Weber (1864-1920), a racionalidade do mundo industrial teria acabado com o encanto do mundo.
Ótimo, mas, para reencantar o mundo, não precisamos de intervenções sobrenaturais.
Para reencantar o mundo, é suficiente descobrir que o verdadeiro encanto da vida é a vida mesmo.




ccalligari@uol.com.br



***
A mim enviado e agora publicado...

Pense. Analise e Reflita até você entender que há uma diferença enorme em estar "feliz" do ser "alegre"...

"... o verdadeiro encanto da vida é a vida mesmo"... verdade e por isso mesmo, lindo!!!
***

21 de novembro de 2010

SALVE DIA 21 DE NOVEMBRO!

***
Para uma gata desta... só colocando uma outra gata parecida com você, minha lindinha Simone...
Com seu jeitinho sincero e franco faz de alguém como você uma pessoinha muito especial...
Lhe quero um bem enorme... já!
Que Deus muito a abençoe e lhe dê sabedoria do Alto pra discernir entre:

O Céu e a Terra / Alegria e Felicidade / Amor e Amizade!
E nada disso é virtual, viu?
É REAL!!!
(rss)
Beijo em sua alma perfumada... ao lado do paizão que lhe ama tanto, tanto, tanto... que me emociona quando ele se refere a esta filhota dele...
(você sabe disso).



17 de novembro de 2010

DESCOBRI-ENTENDENDO!



Entendi...
***
Entendi que para ter sol, não é preciso não ter nuvens...
Que para voar, não é preciso ter asas...
Que para sonhar, não é preciso dormir...
Que para querer, não há limites...
***
Entendi que para cantar, não precisa ser afinada...
Que para saber, nem sempre precisa perguntar...
Que para ter fé, não é preciso explicar...
Que para chorar, não é preciso doer...
***
Entendi que para dizer, não basta falar...
Que para sentir, basta um coração...
Que para beijar, pode ser com os olhos...
Que sorrir, pode começar de uma lágrima...
***
Entendi que, contra toda lógica, o tempo pode parar...
Que para sempre, pode ser dois segundos ou menos...
Que para agir, pensar pode travar...
Que para viver, não é preciso ter tempo...
***
Entendi que estar não é o mesmo que ser...
Que para conquistar, às vezes só depende da espera...
Que derrubar, pode ser construindo...
Que para chegar, correr pode atrapalhar...
***
Entendi que não preciso entender tudo...
Que para ser feliz, não preciso de bons motivos...
Que para fazer calar, não é preciso ter razão...
Que ter medo, pode ser com muita coragem...
***
Entendi que paradoxo tem outro lado ou não...
Que para ser maluca, não precisa ser da cabeça...
Que para ganhar, pode ser perdendo...
Que cobrar, pode ser a forma de perder tudo...
***
Entendi que perdoar todo dia é o mínimo para ser perdoada também...
Que para ser eu mesma, preciso me colocar no lugar do outro...
Que para fazer um amigo, não é preciso ser uma outra 'eu mesma'...
Que persistir, é o jeito de encontrar o caminho...
***
Entendi que a distância é um conceito nada matemático...
Que para se estar longe, pode ser de mãos dadas...
Que para ficar perto, só é preciso imaginar...
Que para amar, não precisa de mais nada...
***

 

16 de novembro de 2010

HÁ DE SE TER CORAGEM PARA AMAR



A quem ousar amar...


Amor...
Alguns poetas/poetisas dizem ser bicho traiçoeiro, causador das mais complexas, estranhas, doloridas e avassaladoras emoções.
Certamente os historiadores dirão que por causa dele, reinos foram invadidos, princesas foram seqüestradas, famílias de nobres e plebeus se misturaram ou foram divididas.
Outros tantos, quem sabe mais desiludidos ou decepcionados, já alegam não existir o amor e usam a desculpa científica de classificá-lo apenas como um conjunto de combinações químicas e hormonais que evoluem a fim de garantir a preservação da espécie humana e tentam se livrar desta euforia de amar a todo custo.
Seja como for, aos teimosos e corajosos que ousarem enfrentá-lo, e também a quem ainda tem medo ou dúvidas, tenho algumas considerações a fazer...
Já fui (alvo) -vítima - tanto de amar demais, como de amar de menos.
Já fui apanhada de surpresa com medo de não ser amada e também de não estar amando.
Já me frustrei, já chorei, já me arrependi...
Já me precipitei e travei tantas vezes que nem sei contar.
Já falei antes de pensar e já pensei sem falar...
Entretanto já me alegrei e vi estrelinhas, corações e o rosto da pessoa amada nas nuvens muitas outras vezes ao som de suspiros e canto de passarinhos imaginários.
Quem ousa amar tem de fazê-lo de peito aberto, sem reservas, assumindo o risco sim!
Não ame querendo amor em troca!
Apenas ame e se dedique no fazê-lo!
Amor não é moeda ou investimento, não espere ser amado(a) apenas porque você também ama.
Vá amando, se entregando, se abrindo por completo.
Quem ama por querer amor em troca, invariavelmente, acaba se frustrando muito, porque confunde amor com carência afetiva, o que definitivamente não é nada bom.
Geralmente estas pessoas só conseguem perceber amor com atitudes e devoções iguais as suas próprias e não conseguem sentir o amor dito ou oferecido de uma forma diferente da sua.
Há quem diga que não devemos nos apaixonar... que não se deve dizer “eu te amo!”... não se deve amar com o coração assim tão aberto... que deve se manter uma certa razão e distância segura para não correr o risco da vulnerabilidade, da exposição a um amor não correspondido ou ofendido.
Eu discordo peremptóriamente!
Tal discurso só revela a infantilidade de não conseguir suportar um “não” ou o medo da dor, como aqueles adultos patéticos que ainda hoje têm medo de injeção.
Amor só é amor mesmo, quando vivido pleno, apaixonada, verdadeira, confiante e libertadoramente... com aquela sensação inconfundível de eternidade de bem e do melhor.
Ele não precisa vir todo de uma só vez, mas pode ser cultivado, tratado, afagado, regado como uma plantinha.
Pode começar de um sorriso, de um olhar diferente, de um gesto que chamou atenção, de presenças, de atenção recebida, de ECO ecoado, de gentilezas, de um carinho, de uma insistência em conhecer, de identificações, de um abraço e ir crescendo lentamente até virar encanto, admiração, poesia, beijo, saudade e aquela vontade irresistível de passar horas e horas com a pessoa amada mesmo que ela tenha outros motivos para viver ou coisas a fazer além de estar com você.
Ame, ame muito!
Mas, ame com foco!
A única responsabilidade que se deve ter ao amar com tanta intensidade é o compromisso com a verdade, a lealdade e a fidelidade.
Procure identificar a diferença entre o amor companheiro e a simples aflição de tesão passageiro.
Esta é a única hora em que o coração deve obrigatoriamente dar lugar à razão.
Quem ama, certamente se entorpece de desejos, sonhos e pensamentos ofegantes.
Não é indevido e muito menos pecado, pelo contrário, faz bem, é saudável querer se entregar ao amor, mas ele se plenifica e ganha raízes profundas seguras na alma e se completa somente à medida que damos prioridade e exclusividade a quem se ama.



Aqueles que vivem de química, tesão, pele, e, não de amor... indubitavelmente... tornar-se-ão pessoas amargas e enrijecidas, carcomidas de bichos por dentro e frígidas de alma no futuro.
Poderão contabilizar até um grande número de conquistas, coitos, e admiração sexual, mas doloridas e machucadas por dentro da falta de amor genuíno, doado e compartilhado até as últimas conseqüências.
É muito fácil cometer este equívoco, a confusão pode começar de modo muito sutil, mas a fidelidade não é a falta de atração/tentação sexual por outra pessoa além daquela a quem amamos, mas sim a escolha madura, racional e objetiva de amar escolhendo até mesmo orientar nossos desejos mais íntimos em direção a quem amamos.
Não espere também que os amores do passado se repitam ou sejam encontrados e buscados nas novas relações, não permita fantasmas!
Viva um amor de cada vez!
Não tenha medo ou reservas em se dedicar com exclusividade.
Por outro lado, confie sempre!
O coração prega muitas peças em quem tem medo de amar.
Um gesto de amor do(a) companheiro(a) pode facilmente ser confundido com desamor ou desafeto.
Antes de julgar, aprenda a depositar confiança mesmo que as aparências digam o contrário.
O amor tende a se enfraquecer muito quando há desconfianças, sejam elas fundadas ou infundadas.
Aos que já encontraram um grande amor, digo que é muito fácil perder a admiração e o ar de fantasia com o tempo...
Aquele vulcão da conquista e das descobertas amorosas pode dar lugar a um lago tranqüilo e às vezes até monótono.
Mas o amor é o caminho entre o vulcão e o lago mesmo, tanto faz em que direção você queira ir... o importante é não parar de andar de mãos dadas.
O príncipe às vezes pode virar um sapo e a cinderela voltar pra casa com uma abóbora ao invés da carruagem, mas vai depender do trabalho árduo e dedicado dos dois outrora intensos amantes a conquista e a reconquista diária da fantasia inicial, do vulcão e dos momentos de perder o fôlego.
Há coisas muito interessantes tanto no vulcão como no lago, o gostoso não é estar lá ou aqui, o bom e prazeroso é o esforço correspondido para continuar a caminhar juntos.
Em outras palavras, não se permita perder a capacidade de se surpreender com a pessoa amada mesmo nas coisas mais corriqueiras e normais!
Encontrar alguém que queira andar de mãos dadas com a gente e queira espontaneamente dar este mesmo amor sem medidas é um presente de Deus a ser valorizado e agradecido todos os dias.
Aos que ainda não encontraram... alguns conselhos:
*Ame primeiro a você, cuide-se, enfeite-se, curta-se, valorize-se, encontre o prazer da auto-suficiência de não precisar de nada além de você mesma para se sentir uma pessoa amável , aprenda a não ter medo de se amar e investir em projetos pessoais.
*Em segundo lugar, seja menos exigente com você e principalmente com quem se propõe a amá-lo(a), não existe amante perfeito, nem mesmo você conseguiria sê-lo.
Não digo que você deva se conformar cegamente com o que conseguiu [ou não] até aqui, como se você não fosse capaz de encontrar algo melhor, mas não inicie sua procura buscando alguém ou um amor à sua altura, pode ser decepcionante.
Para falar a verdade, nem procure!
Nunca encontrei porque nunca procurei, mas, já fui encontrada em algumas vezes especiais que se tornaram essenciais a mim...
Deixe o amor surgir naturalmente!
Por fim, não fique medindo ou comparando sensações, não avalie a importância de alguém na sua vida pela sensação que ela lhe causa, mas pelo bem que ela pode provocar.
Enfatizando...
Apenas se abra sem medo ao amor.
O resultado da descoberta só vem com o tempo.
Sim... É um risco!

Pense nisso!
***



3 de novembro de 2010

PERTO ESTÁ O SENHOR!


Durante o curso de nossas vidas, passamos por situações em que nos sentimos desamparados, esquecidos e solitários.

Momentos em que olhamos para todos os lados e não encontramos quem possa entender nossos anseios, compreender o que se passa em nosso coração, em nossa alma.
Se você está vivendo um momento como este, lembre-se da promessa do Senhor Jesus:
“Eis que estou convosco todos os dias” (Mt 28:20).
Você não está só.
Sua vida é preciosa para Deus e Ele está atento a cada instante da tua existência, te olhando com olhar de amor.
Não perca a esperança!
Não perca tempo!
Agora mesmo, aí onde você está, derrame sua alma em oração e sinta a presença e o amor desse Amigo “mais chegado do que um irmão” (Pv 18:24).
Desfrute da doce e suave presença de Jesus.
Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido (Sl 34:18).
Entregue o teu caminho ao Senhor, o mais Ele fará. (sl 37:5).




31 de outubro de 2010

UM PENSAMENTO...


Alguém indagou-me:
Como faço para não me aborrecer com as pessoas?
Algumas falam demais, outras são ignorantes.
Algumas são indiferentes.
Sinto ódio das que são mentirosas e sofro com as que caluniam.


Estava molhando minhas plantinhas... as poucas que ainda resistem a apartamento...
Ocorreu-me então tal pensamento...

Viva como as flores – (disse-lhe)

Repare nestas flores – apontando os lírios que cresciam no (meu) jardim.
Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas.
Extraem do adubo mal-cheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.

É natural que você se angustie com as próprias culpas, mas não é sábio não se perdoar em cada uma delas depois de ter tido o perdão do Pai, como não é sábio, permitir que os vícios dos outros o importunem.
Os defeitos deles são deles, e não seus.
Se não são seus, não há razão para aborrecimentos.
Exercitar, pois, a virtude é rejeitar todo mal que vem de fora.
Isso é viver como as flores.
* * *
A escolha é sua...
Pense nisso!
 
 

28 de outubro de 2010

O ESSENCIAL... NO IMORREDOURO AMOR



Demora um tempo até que se saiba que as coisas essenciais são apenas aquelas que não morrem.
Nesse dia, quando esse entendimento nos atinge, a gente percebe que a maior parte de nossa existência é feita de coisas que não são, pois não deixam raízes de vida em nós.
Quanta gente vem... e passa pela nossa vida... mas enquanto estavam presentes, tinha-se a impressão que sem elas não se poderia mais viver.
Uma vez idas..., com o passar do tempo, vê-se que elas não eram eternas em nós.

O essencial é apenas aquilo que é feito de imorredouro amor!

Em geral o amor essencial faz com que as pessoas assim significadas em nós, fiquem conosco... em convívio.
No entanto, acontece também com muita freqüência que as coisas e significados essenciais não fiquem sob o nosso teto.
Nesse caso, a alma tem apenas duas alternativas: ou sofre a ausência do essencial e se amargura ante sua ausência; ou, então, aprende a vencer o sentimento de posse e, assim, abraça o essencial com o abraço de quem deixa livre, e apenas se satisfaz com o privilégio de conhecer significados essenciais.

Há quem conheça tais significados mediante o afastamento pela morte, como quando você ama eternamente um 'alguém' que lhe foi colhido pela morte.
No entanto, pode-se conhecer o amor essencial, que é aquele que sofre tudo e jamais acaba, mesmo quando as pessoas que assim amamos, vivem na Terra, mas estão longe de nós; e nós delas.
Nesse caso, o “longe” pode doer até a morte..., a menos que se vença o sentimento de posse e se ofereça aquele amor como dádiva nossa à vida.

Jesus ensinou o “amor recíproco” como sendo algo natural...
Afinal, “até os gentios amam assim”—ensinou Ele.
Entretanto, o que Ele estabeleceu como amor divino foi justamente aquilo que nós chamamos de amor catastrófico.
Sim, porque Jesus ensinou que o verdadeiro amor transcende a necessidade de reciprocidade, como é o caso de se amar aquele que nos julga como um inimigo.
Além disso, Jesus também ensinou a liberdade de amar sem medo de não haver a “compensação no amor”, que é a reciprocidade.
Isto porque para Ele o ato de amar é a própria recompensa do verdadeiro amor.
“O amor jamais acaba” apenas quando ele deixa de ser amor-posse e se converte em dádiva, em graça, em fidelidade ao próprio coração.
Do contrário, se o amor é condicionado a alguma forma de compensação, ele é eterno apenas enquanto dura a “negociação afetiva”.

A diferença entre o amor que “é eterno enquanto dura” e “o amor que jamais acaba”, é que o primeiro se estabelece como negociação e compensação, e os segundo se satisfaz em apenas ser.
Felicidade é poder viver o amor que é eterno com o viço do amor que é eterno enquanto dura.
Nesse caso, a compensação de tal amor é dar... e o ato de receber não é uma expectativa, mas sim uma dádiva que se acolhe como graça.





21 de outubro de 2010

"O BRASIL PEDE SOCORRO!!!"



Peço-lhes que pensem bastante no que esta acontecendo, e o pior, no que está para acontecer.
Só depende de nós, vamos formar uma corrente de verdadeiros brasileiros e virar este jogo.
Peço que reflitam bastante, pois ainda dá tempo de fazer alguma coisa, envie esta mensagem para o maior número de pessoas que puder, mova-se, engaje nesta luta.
Agora se você quiser ficar fora disto, lamento muito, e sinto, porque com a sua atitude poderemos ter deixado se salvar a nossa Pátria.
O QUE LI AQUI É O QUE MAIS SE APROXIMA DA SITUAÇÃO VIVIDA NESTE PAÍS EM FUNÇÃO DAS BARBÁRES PRATICADAS POR LULA E PT..
LEIAM COM ATENÇÃO.

CARTA RESPOSTA
Uma mãe mandou para a filha um e-mail sobre o passado da Dilma.
A filha repassou o email para seus amigos, que por sua vez o repassaram para amigos.
Aí uma mãe petista, tomou conhecimento dele e se achou no direito de dar uma lição de moral na mãe.
Veja a resposta da mãe petista e a contra resposta.

Da Lígia (a petista) para a mãe:
"Mamãe que feio!!!!...ensinando a sua filhinha a acreditar nos absurdos que escrevem na internet?
Acho melhor incentivá-la a estudar a história do Brasil e deixar que ela mesma tire as suas próprias conclusões, afinal quem estudar a história do Brasil, entenderá que nunca o nosso país esteve tão bem como hoje, tão forte na economia mundial, tão evidente, tão em crescimento e desenvolvimento quanto esteve nesses 8 anos de governo Lula!!!!
E agora o que acontece?
Acontece que a oposição está desesperada, porque está vendo o quanto o POVO está satisfeito (governo Lula tem 88% de aprovação da população, aprovação que nenhum governo nunca tinha tido antes na história e aí vem me dizer que é por que o povo é ignorante?
Não meus queridos, o povo está satisfeito porque nunca teve tanta oportunidade, nunca teve tanta comida na mesa , nunca teve tanto emprego, isso sim) o quanto o Brasil cresceu e aí a única alternativa que resta é APELAR…. Apelar para a ignorância, para a mentira e para a ingenuidade de pessoas inocentes e que acreditam em todos os absurdos que circulam por aí…….então fica a minha dica: pesquisem!!!!
Vejam o que realmente é verdade!!!
Ligia Rodrigues".

Ao que a mãe respondeu:
Cara Ligia:
Da educação da minha filha cuido eu e decididamente não preciso da sua ajuda, embora agradeça seu interesse.
Se você imagina que eu seja alguma semi -alfabetizada , desconhecedora da história e que me socorra apenas da Internet, para compor a minha (in) formação, como lamentável e invariavelmente procede a maciça maioria dos jovens da sua geração, saiba que sou do tempo em que se liam livros e se redigia em bom português.
Tenho 58 anos, sou mestre e doutora em Direito Ambiental pela PUC – São Paulo, professora universitária e brasileira que lê.
Porque leio, tenho a nítida compreensão do embuste que representam os tais 80% de popularidade disto que você chama de presidente e que eu prefiro chamar de populista barato, parte de uma corja que tomou de assalto este país, no maior estelionato eleitoral já visto na história brasileira.
Estelionato, porque esta malta petista se elegeu sob as vestes imaculadas da correção, da ética e da transparência na política.
Vendeu produto podre, cara Lígia e você, consumidora desavisada, está comprando.
Todos que fomos formados na hostes da esquerda brasileira, das décadas de 60 e 70, os que lutaram contra a ditadura (você seguramente não viveu o período sinistro da ditadura) , dando a cara para a polícia militar bater, não raro, comprometendo vidas profissionais em razão de envolvimentos políticos, em nome da restauração da democracia neste país, sentem-se ludibriados, enganados e feitos de palhaços pelo PT de hoje.
Eu, que já fui eleitora de José Dirceu , sou obrigada a assistir cenas explícitas de sua “competente” coordenação na montagem do mensalão, um deslavado programa de compra de apoio de parlamentares, cuja tarefa, em contrapartida ao dinheiro (seu e meu) que receberam mensalmente do PT, era invariavelmente votar a favor DE TUDO que se lhes fosse requisitado.
Saiba que aí começam os 80% da “popularidade” do seu presidente.
E Lula, que sempre dormiu dentro do pijama de José Dirceu , nunca soube de nada...
Eleitora de José Genuíno que também já fui, igualmente, sou também obrigada a assistir cenas explícitas de suas atividades como gerente do mensalão, como chefe dessa organização criminosa que se instalou no poder, sob a batuta beneplácita e complacente de Lula, PARA QUEM TUDO SE PASSA, COMO SE NADA SE PASSASSE (até porque ele já resolveu a situação econômica até da quinta geração de seus descendentes através da fortuna amealhada por seu filho, um ex-vigia de um zoológico no interior São Paulo e hoje trilhardário - dificilmente em razão de seu trabalho e sua competência...).
Dólares na cueca , Waldomiros... a lista é infindável.
Mas, o mais monumental e ousado estelionato perpetrado contra a população deste país pela malta petis ta, está no “golpe de mestre” engendrado para viabilizar a reeleição de Lula: tomar dinheiro público, do erário, portanto, seu e meu, e distribuí-lo aos borbotões para a sofrida população carente do Norte e Nordeste, literalmente comprando o voto desses coitados (cada bolsa-alguma-coisa rende, por baixo, 6 votos, que é o tamanho de uma família média do Norte e Nordeste).
Então, faça as contas e veja de onde vem a popularidade de seu presidente: maciçamente oriunda da adesão incondicional desses coitados, que não têm a menor idéia e nem sabem do que há embutido no dinheiro que recebem.
Se eu fosse eles, tampouco quereria saber.
Como não sou, sei: o PT copiou o projeto original de redistribuição de renda, concebido e operacionalizado inicialmente em Brasília, mudou o nome do programa como se cria sua fosse e, em mais um de seus estelionatos, assumiu a paternidade do programa, sem nunca ter tido a decência de dar CRÉDITO AO GOVERNO ANTERIOR QUE O CONCEBEU E O IMPLANTOU.
Com a abissal diferença, porém.
O projeto original era vinculado a contrapartidas, como pré-requisito para a concessão da bolsa.
Isto se chama investimento público e não aleluia com dinheiro público, distribuído obedecendo ao único e exclusivo critério de que cada bolsa-alguma-coisa, rende, como rendeu na reeleição de Lula, no mínimo, 6 votos.
Então, Lígia, saiba que a popularidade desse presidente que lhe representa (a você, porque a mim não representa) tem o MESMÍSSIMO LASTRO, ORIGEM , NATUREZA, PERFIL E FORMATAÇÃO DO APOIO INCONDICIONAL que Lula recebeu dos parlamentares da Câmara Federal, durante o mensalão.
E o dinheiro usado nessa mera transação comercial, aferível através de matemática simples, é seu, viu ?
Lula passou sua vida fazendo bravatas, como ele próprio admitiu.
Como parlamentar, teve atuação pífia.
Nunca se ouviu falar de um projeto de lei de sua autoria.
Claro, pouco afeito à leitura, como ele próprio afirma, dele não se esperaria nada diferente.
Como presidente, sem a menor afinidade com a rotina e a disciplina inerentes ao expediente , gastou seu tempo - à guisa de entabular “negócios” com outros países - literalmente rodando mundo, fazendo propaganda de si próprio, como o "coitado" (!) que deu duro e venceu.



Saiba que Europeu e americano amam o “exotismo” dos países periféricos (candomblé, mulher pelada no carnaval, favela etc).
Digo isto porque morei um ano nos E.U. em intercâmbio, quando jovem; estudei Direito Internacional Público na Universidade de Edimburgo na Escócia, durante minha época de graduação em Direit o e lecionei, por 7 verões consecutivos, Direito Ambiental Brasileiro na graduação e no Mestrado da Universidade de Louvain, na Bélgica.
Portanto, manjo bem o espírito com que europeus e americanos vêem o Brasil e a figura "exótica" de seu presidente.
Pergunte se eles elegem populistas e políticos que mal sabem ler e escrever... Seu presidente, semi-alfabetizado que é, - e isto é uma vergonha sim senhora! - para uma criatura que se dispôs a representar os brasileiros.
Não obstante, ele carrega sua falta de estudo como um troféu.
Nós merecíamos, no mínimo, que ele tivesse se dado ao trabalho de dominar as regras básicas da língua portuguesa, porque teve sim chance, teve sim, tempo, e teve sim, condições de estudar, se tivesse aptidão que não tem , para a disciplina inerente a qualquer atividade de aprendizado.
Marina, por exemplo, alfabetizou-se aos 16 anos.
Teve vida incomensuravelmente mais sofrida do que a de Lula e não envergonhou a ninguém como parlamentar e ministra que foi, e jamais vociferou discursos na base do “menas gente” e “entendo de que...” .

Palanqueiro, demagogo, populista admirador das pataquadas de Chaves, de Ahmadinejad e caterva, seu presidente semi-alfabetizado confunde “prisioneiro político” com “prisioneiro comum”, como o fez para a imprensa internacional, no episódio de Cuba (você se lembra, do prisioneiro político cubano que morreu em greve de fome exatamente no dia em que Lula chegou a Cuba, episódio sobre o qual seu presidente, no melhor estilo Odorico Paraguaçu, declarou: “se a moda pega, as cadeias brasileiras ficariam vazias!!!!?).
Sem comentários.
Enquanto o mundo se empenha para banir a ameaça nuclear, seu presidente cruza o planeta com sua troupe , às custas de dinheiro público, para passar a mão na cabeça de um ditador sanguinário (vide dados recentes acerca das eleições e repressão à oposição no Irã) e negociar, sem ter mandato da comunidade internacional para isto, exatamente no papel de "bobo da corte" (foi assim que a comunidade internacional interpretou sua atuação no episódio) em torno do enriquecimento do urânio no Irã.
No dia seguinte ao tal “acordo” , que Lula festejou para a imprensa internacional como um feito monumental, o ditador do Irã confirma para essa mesma imprensa, que “vai continuar enriquecendo urânio sim!!! como se Lula sequer lá tivesse estado.
Bem feito!
É isto que acontece quando se tem para conselheiro em política internacional “especialista” do calibre de um Marco Aurélio “top top” Garcia (lembra-se da comemoração furtivamente filmada no interior do Palácio do Planalto, assim que o jornal da Globo noticiou que o acidente da TAM se dera em razão de falha humana e não em razão das condições da pista de Congonhas?).
Melhor teria sido até que as famílias das vítimas não tivessem testemunhado essa cena no Palácio, por parte de um assessor tão próximo do presidente). Escárnio, em nome de ganho político a qualquer preço.
Esta é a política do PT atual, eleito com as vestais imaculadas da correção e da ética que vendeu e você comprou.
Não satisfeito, obtuso por desconhecimento da história, seu presidente se arvora de “vírus da paz”, no conflito do Oriente Médio que é BÍBLICO (sabe o que significa isto?).
O mundo e a ONU se empenham HÁ DÉCADAS tentando compor este conflito de interesses que já produziu um número incalculável de mortes.
Lula achou que ele era o cara!
É ter-se em alta conta demais, para quem seguramente sequer se debruçou sobre um manual de história geral do segundo grau.
Diz o ditado: dá-se mala para andante, já pensa que é viajante...
Alguém precisa dizer-lhe, “se manca Lula!!!
Seu presidente têm muitas qualidades, Lígia, mas levar a sério a expressão do Obama "that´s the guy" (que, SEM A MENOR DÚVIDA, foi proferida em razão das graças e piadas que são a forma através da qual Lula se afirma nesses reuniões políticas, nas quais depende inteiramente de alguém para traduzir o que se passa...), é muita pretensão.
Não acho que presidente brasileiro tenha por obrigação falar inglês, não.
Mas, convenhamos, é uma vergonha um sujeito que sempre quiz ser presidente, não ter se dado ao trabalho de estudar uma língua estrangeira, em deferência aos brasileiros, para bem representar seu país.
Mas não, dá-lhe pinga, piada e futebol.
É assim a metáfora que fazem, de nós brasileiros, no exterior.
A mim, me ofende como cidadã e me envergonha como brasileira.
Ah... mas ele é super popular no exterior!
É a admiração de que não precisamos.
Americanos e europeus gostariam , tenha certeza, ainda muito mais, se nosso presidente fosse o Raoni ( com todo o respeito e reverência que devemos aos sobreviventes das nossas comunidades indígenas, estes sim, vítimas de uma política indigenista de extermínio perpetrada por nós brancos, ao longo de todos os governos anteriores, inclusive por este, do PT ).


Eleito pela primeira vez porque significava a mudança e a ética, fez um primeiro mandato durante o qual NÃO TEVE CULHÕES para implementar nada do que apregoou durante a campanha.
Literalmente DEU CONTINUIDADE às iniciativas do governo Fernando Henrique, pelando-se de medo da inflação voltar e não ter a envergadura que teve Fernando Henrique, como estadista que foi, de aniquilar uma inflação que já estava no DNA dos brasileiros, de tão endêmica e embutida na psiquê do brasileiro.
Descobriu, depois da posse, que os rumos do governo não poderiam nem deveriam ser diferentes daqueles adotados no governo anterior.
Mas achou forma de “faturar” em cima do mérito alheio.
Até os índices positivos de safras de grãos recordes, obviamente fruto de políticas agrícolas do período anterior, foram colhidos e computados pela máquina publicitária do governo petista como se fossem fruto do governo que mal iniciara...
Saiba que o quê a máquina de propaganda deste governo apelidou de "herança maldita", foram os acertos dos governos anteriores que caíram no colo de Lula, ou alguém tem a ilusão de que a implantação de políticas, de infra-estrutura etc... rendem respostas no dia seguinte em que são implantadas?
A crise internacional, que se festeja não ter chegado no Brasil, realmente não faz grandes marolas em um país que tem uma monumental parte da sua economia no plano informal, longe dos números oficiais.
Este país anda, Lígia, com Lula, sem Lula ou com cover de Lula.
Não é ele o artífice de nenhuma proeza política.
É, sim, o artífice de uma monumental máquina de propaganda governamental, isto sim, "sem precedentes na história deste país" .
Aliás, nem acredito que o mérito seja dele, porque ele é apenas a marionete à frente da cortina nesse teatro, por ser palanqueiro e empolgar a massa como Goebels fez na Alemanha nazista, e menos votados como Jânio Quadros Deu no que deu.
Se você conhece história.
Na era da televisão, usando dinheiro público na manutenção do circo, vende o produto Lula deslavadamente na embalagem que quer (vide esse programa virtual , que é mera versão e não fato, chamada PAC) para uma população infelizmente consumidora de novelas na telinha.
A maciça maioria da nossa população não lê jornais.
Ou você acha que é mera coincidência que ele não se elegeu nos estados do Sul e Sudeste, onde os índices de analfabetismo são muito menos drásticos?
Lula é produto da desinformação e do analfabetismo de um lado e, de outro, do oportunismo de segmentos que viram no governo Lula a chance de se candidatar a uma das tetas dentre as inumeráveis (vide o número de ministérios que criou, para manter com o seu dinheiro) para, na base do clientelismo, perpetuar-se nas benesses do poder e usufruir das mamatas que sobejamente conhecemos.
A próxima mamata para os petistas é a nova estatal criada para cuidar do pré-sal.
Aguarde para ver o número de cabides de emprego para acomodar petistas que serão criados.
Ah... sempre foi assim?
Ah... bom, pensei que o PT durante 20 anos pregando o contrário, fosse o partido da ética e de políticos honestos, porque foi isto que venderam a mim e à população brasileira...
Era bravata?
Ah... bom.
Então tá.
Em tempo: assine um jornal.
Se há alguém mal informado aqui, talvez não seja exatamente a minha pessoa.

Maria Luisa Faro "



Deixemos de ser omissos e irresponsaveis... e tomemos uma atitude dia 31 de Outubro de 2010
MBB

(Recebido de um amigo e posto aqui repassando por considerar veraz e real, no qual... aplaudo-a em pé por tudo aqui dito por esta mãe-cidadã preocupada com o nosso amanhã)

20 de outubro de 2010

EQUILIBRIO NO AMAR ALGUÉM!


"A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira." (Provérbios 15.1)
Relacionamento...
Acredite! Esta palavra é motivo de arrepio e trauma para muita gente.
Convivências difíceis, desencontros de opiniões, incompatibilidade de gênios, conflitos de gerações, intransigências, desrespeito, etc.
Quem se propõe a viver com outra pessoa, seja o cônjuge, pais, amigos ou colegas de trabalho, certamente, encontrará em algum ponto do convívio grandes desafios e “sapos a engolir”.
É inevitável que venham muitas decisões a se tomar, onde, pelo menos duas pessoas, terão ponto de vista diferente.
Existem aqueles que têm absoluta certeza de que jamais suportariam a convivência consigo mesmo, estes estão a dois passos de compreender o caminho da convivência saudável.
Por outro lado, existem, ainda, aqueles que defendem cegamente suas razões, sem sequer avaliar o que outros possam propor como solução.
Talvez por insegurança ou complexos e travas emocionais, tais pessoas jamais conseguem se libertar do rancor como resposta ou da exigência exagerada da cobrança de perfeição, tornando-se pessoas insuportavelmente amargas e infelizes.
Mas graças a Deus, este não é um caminho sem volta!
E qual é o caminho de volta então?
Existe algum segredo?
Sem fazer mistério algum, a boa notícia é que, não somente a sabedoria dos textos bíblicos, mas também a testificação do Espírito do Senhor Jesus em nossas mentes, removem o véu que encobre a compreensão de como alcançar plena comunhão e pacificação no convívio com outras pessoas.
Pode até ser que não sejamos totalmente perfeitos hoje, mas a fé e a capacitação para mudar de atitude vêm quando nos encontramos com a Palavra de Deus, dia após dia, e ela começa a fazer efeito verdadeiro nas nossas decisões.
Quando nos tornamos não somente ouvintes da Palavra, mas praticantes, somos irremediavelmente inspirados a tomar de volta o caminho do perdão, da reconciliação e da superação dos conflitos.
Certamente, ninguém que deseja colher uvas, plantará um espinheiro.
Logo, quem deseja receber carinho, precisa plantar doçura, suavidade e principalmente amor.
Quem planta maldade, colherá maldade; quem planta mentira, colherá mentira; quem manda embora amigos e pessoas queridas, colherá solidão; conseqüentemente quem semeia fidelidade e verdade jamais será surpreendido pelo fruto da injustiça.
Algumas vezes não prestamos atenção em nossas respostas ásperas, estamos tão centralizados e acorrentados às nossas questões pessoais e egocêntricas que não conseguimos perceber o quanto batemos cruelmente uns nos outros com palavras e atitudes.
Uma vez eu ouvi dizer que quem bate esquece, mas quem apanha não.
Esta é uma grande verdade!
Mas o ensinamento de Jesus não é romântico, longe da realidade humana, ele é principio verdadeiro e justo para a vida ainda hoje, é confirmado pelo poder da ressurreição e Ele diz:
"Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles." (Lucas 6.31)
O amor e o caminho do perdão quebram cadeias poderosas, removem barreiras e libertam de todo o medo! Se erramos não é preciso temer ou envergonhar-se de pedir perdão.
O perdão precisa se tornar natural na nossa caminhada, do contrário a falta dele será um grande entrave na jornada.
Na verdade o próprio Deus semeou amor e perdão em nós, Ele nos perdoou e amou quando ainda não merecíamos, certamente Ele deseja ver frutificando o mesmo tipo de atitude em nós.
Mesmo sem encontrar motivação lógica ou emocional, quando semeamos perdão, colhemos do mesmo fruto.
Em um mundo repleto de pessoas sem graça e sem doçura, recheadas de amargura, dor e tristeza, somos convidados e chamados para semear a Palavra do amor, da generosidade, do carinho, da reconciliação, do perdão e doçura.
Quando entendemos que somos diferentes uns dos outros sim, que ninguém é obrigado a pensar do mesmo modo que a gente, que temos dons e talentos diferenciados; quando preferimos valorizar a opinião do outro, do diferente, daquele que, aparentemente, não tenha muita coisa a nos acrescentar ou ensinar, mas mesmo assim semeamos reconhecimento e valorização, com certeza colheremos honra, unidade e crescimento maduro.
Quem semeia no temor a Deus, colhe sabedoria.
Quem vai semeando, mesmo na dificuldade, mesmo chorando, mas acreditando na Promessa, voltará colhendo seus frutos com alegria e satisfação.


"Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também colherá." (Gálatas 6.7)


O Deus que nos plantou para Ele em amor lhe abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!