20 de outubro de 2010

EQUILIBRIO NO AMAR ALGUÉM!


"A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira." (Provérbios 15.1)
Relacionamento...
Acredite! Esta palavra é motivo de arrepio e trauma para muita gente.
Convivências difíceis, desencontros de opiniões, incompatibilidade de gênios, conflitos de gerações, intransigências, desrespeito, etc.
Quem se propõe a viver com outra pessoa, seja o cônjuge, pais, amigos ou colegas de trabalho, certamente, encontrará em algum ponto do convívio grandes desafios e “sapos a engolir”.
É inevitável que venham muitas decisões a se tomar, onde, pelo menos duas pessoas, terão ponto de vista diferente.
Existem aqueles que têm absoluta certeza de que jamais suportariam a convivência consigo mesmo, estes estão a dois passos de compreender o caminho da convivência saudável.
Por outro lado, existem, ainda, aqueles que defendem cegamente suas razões, sem sequer avaliar o que outros possam propor como solução.
Talvez por insegurança ou complexos e travas emocionais, tais pessoas jamais conseguem se libertar do rancor como resposta ou da exigência exagerada da cobrança de perfeição, tornando-se pessoas insuportavelmente amargas e infelizes.
Mas graças a Deus, este não é um caminho sem volta!
E qual é o caminho de volta então?
Existe algum segredo?
Sem fazer mistério algum, a boa notícia é que, não somente a sabedoria dos textos bíblicos, mas também a testificação do Espírito do Senhor Jesus em nossas mentes, removem o véu que encobre a compreensão de como alcançar plena comunhão e pacificação no convívio com outras pessoas.
Pode até ser que não sejamos totalmente perfeitos hoje, mas a fé e a capacitação para mudar de atitude vêm quando nos encontramos com a Palavra de Deus, dia após dia, e ela começa a fazer efeito verdadeiro nas nossas decisões.
Quando nos tornamos não somente ouvintes da Palavra, mas praticantes, somos irremediavelmente inspirados a tomar de volta o caminho do perdão, da reconciliação e da superação dos conflitos.
Certamente, ninguém que deseja colher uvas, plantará um espinheiro.
Logo, quem deseja receber carinho, precisa plantar doçura, suavidade e principalmente amor.
Quem planta maldade, colherá maldade; quem planta mentira, colherá mentira; quem manda embora amigos e pessoas queridas, colherá solidão; conseqüentemente quem semeia fidelidade e verdade jamais será surpreendido pelo fruto da injustiça.
Algumas vezes não prestamos atenção em nossas respostas ásperas, estamos tão centralizados e acorrentados às nossas questões pessoais e egocêntricas que não conseguimos perceber o quanto batemos cruelmente uns nos outros com palavras e atitudes.
Uma vez eu ouvi dizer que quem bate esquece, mas quem apanha não.
Esta é uma grande verdade!
Mas o ensinamento de Jesus não é romântico, longe da realidade humana, ele é principio verdadeiro e justo para a vida ainda hoje, é confirmado pelo poder da ressurreição e Ele diz:
"Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles." (Lucas 6.31)
O amor e o caminho do perdão quebram cadeias poderosas, removem barreiras e libertam de todo o medo! Se erramos não é preciso temer ou envergonhar-se de pedir perdão.
O perdão precisa se tornar natural na nossa caminhada, do contrário a falta dele será um grande entrave na jornada.
Na verdade o próprio Deus semeou amor e perdão em nós, Ele nos perdoou e amou quando ainda não merecíamos, certamente Ele deseja ver frutificando o mesmo tipo de atitude em nós.
Mesmo sem encontrar motivação lógica ou emocional, quando semeamos perdão, colhemos do mesmo fruto.
Em um mundo repleto de pessoas sem graça e sem doçura, recheadas de amargura, dor e tristeza, somos convidados e chamados para semear a Palavra do amor, da generosidade, do carinho, da reconciliação, do perdão e doçura.
Quando entendemos que somos diferentes uns dos outros sim, que ninguém é obrigado a pensar do mesmo modo que a gente, que temos dons e talentos diferenciados; quando preferimos valorizar a opinião do outro, do diferente, daquele que, aparentemente, não tenha muita coisa a nos acrescentar ou ensinar, mas mesmo assim semeamos reconhecimento e valorização, com certeza colheremos honra, unidade e crescimento maduro.
Quem semeia no temor a Deus, colhe sabedoria.
Quem vai semeando, mesmo na dificuldade, mesmo chorando, mas acreditando na Promessa, voltará colhendo seus frutos com alegria e satisfação.


"Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também colherá." (Gálatas 6.7)


O Deus que nos plantou para Ele em amor lhe abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!

Um comentário:

  1. Difícil convivência

    Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.

    Os porcos-espinhos, percebendo esta situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente.

    Mas os espinhos de cada um feria os companheiros mais próximos,justamente os que forneciam calor. E, por isso, tornaram a se afastar uns dos outros. Voltaram a morrer congelados e precisavam fazer uma escolha:

    Desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante.

    Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos.

    Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.

    Sobreviveram.

    Assim,O melhor não é aquele que se sente perfeito, mas aquele que aceita os defeitos do outro e consegue perdão pelos próprios defeitos.

    "Quem quer colher rosas deve suportar os espinhos."

    João, 14:1 - Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.

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