Estou às voltas dos preparativos do casamento da minha caçulinha com meu genrinho Fernando... e, aproveitando o tema...
Algumas dicas.
Aos que
não casaram,
Aos que
vão casar,
Aos que
acabaram de casar,
Aos que
pensam em se separar,
Aos que
acabaram de se separar.
Aos que
pensam em voltar…
Não
existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades,
quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O AMOR É
ÚNICO,
como
qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.
A diferença
é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue,
A
SEDUÇÃO...tem que
ser ininterrupta…
Por não
haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos
fragiliza, e de cobrança em cobrança, acabamos por sepultar uma relação que
poderia SER ETERNA
Casaram.
Te amo pra lá, te amo pra cá.
Lindo,
mas insustentável.
O
sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.
Entre
duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que
amor, e às vezes, nem necessita de um amor tão intenso.
É
preciso que haja, antes de mais nada, RESPEITO.
Agressões
zero.
Disposição
para ouvir argumentos alheios.
Alguma paciência… Amor só, não basta.
Não pode
haver competição.
Nem comparações.
Tem que ter jogo de cintura, para acatar
regras que não foram previamente combinadas.
Tem que haver... BOM
HUMOR... para enfrentar
imprevistos, acessos de carência, infantilidades.
Tem que
saber levar.
Amar só
é pouco.
Tem que
haver (sabedoria) e inteligência.
Um
cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões
inesperadas, contas para pagar.
Tem que
ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar.
Tem que
ter um bom psiquiatra.
Não adianta, apenas, amar.
Entre
casais que se unem , visando à longevidade do matrimônio, tem que
haver um
pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um.
Tem que
haver confiança. Confiança na pessoa amada assim como auto-confiança.
Certa
camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou.
É
preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão.
E que
amar “solamente”, não basta.
Entre
homens e mulheres que acham que O AMOR É
SÓ POESIA,
tem que
haver discernimento, pé no chão, racionalidade.
Tem que saber que o amor pode
ser bom pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.
O amor é
grande, mas não são dois.
Tem que
saber se aquele amor faz bem ou não, se não fizer bem, não é amor.
É preciso
convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da
onipotência.
O amor
até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.
Um bom
Amor aos que já têm!
Um bom
encontro aos que procuram!
E
felicidades a todos nós!
***








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